quinta-feira, 16 de junho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Dia Mundial de Conscientização da Violência contra o Idoso - 15 de junho
15 de JUNHO, DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA
Raimunda Silva d’ Alencar1
Fernanda Silva d’Alencar2
Priscila Souza Silva3
É indiscutível que vivemos sob a égide dos grandes avanços tecnológicos, com impactos significativamente favoráveis à melhoria da qualidade de vida, maior longevidade e padrões de bem-estar não vividos anteriormente. Técnicas de intervenção no corpo, equipamentos para diagnósticos cada vez mais eficientes, medicamentos eficazes, são recursos aperfeiçoados dia a dia, de modo a prevenir doenças, prolongar a vida e aumentar a autonomia de quem envelhece.
Apesar desses avanços, as relações sociais, que poderiam acompanhá-los naquilo que significam de melhor, expressam-se cada vez mais fragilizadas e revelam a cumplicidade de pessoas e instituições com o descaso, o abandono e maus tratos contra pessoas, tanto no domicílio quanto fora dele, sinalizando absoluto despreparo para lidar com questões da existência humana, sejam físicas ou psíquicas, que vão do nascimento à morte.
Esse despreparo tem levado o homem a viver altos graus de insegurança, de incertezas e situações de extremo desconforto, provocados pelo descaso, maus-tratos, violação de direitos e, até mesmo, barbárie, gerando um conjunto de sofrimentos absolutamente desnecessários e absurdos, mas que se avolumam dia após dia, ainda que sejam minimizados, ou até pareçam invisíveis.
A violência contra o idoso é uma dessas graves barbáries, iniciada quando a sociedade fragiliza as relações e desvaloriza a pessoa idosa, levando-a a perder a oportunidade de participação, pelo simples julgamento de que é lento, incapaz, ultrapassado, influenciando o modo como o próprio idoso vê e pensa a vida e a si próprio. Essa violência ganha um aspecto diferente e, até certo ponto, dramático, considerando tratar-se de indivíduo para quem as possibilidades de ascensão social já foram fechadas e o sentido de destino e de esperança já foi perdido.
Preocupada com essas e outras situações, a Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com o International Network for the Prevention of Elder Abuse (INPEA) declarou, em 2006, o dia 15 de junho como o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, cuja reivindicação foi iniciada na Declaração de Toronto, no Canadá, em 2002, quando se definiu um Plano Internacional de Prevenção da Violência contra a Pessoa Idosa, e o Brasil foi signatário. É importante assinalar que não se trata de uma data para comemorar, mas para conscientizar/sensibilizar a população de que existem pessoas idosas, provavelmente próximas a cada um de nós, sendo tratadas com descaso, e de forma sub-humana, violentadas minuto a minuto, tanto por familiares quanto por instituições que deveriam protegê-las.
A explicação para as causas dessa violência quase sempre está circunscrita ao ambiente doméstico. Ainda que aí ocorram, não se pode minimizar a participação da sociedade como um todo, incluindo o Estado, quando se ausenta de cumprir a responsabilidade com a infra-estrutura urbana e com os serviços de saúde devidamente equipados e capazes de garantir uma velhice digna e ativa, de que tanto registram documentos e discursos.
Expressando-se de variadas formas, essa violência deriva tanto da base estrutural (políticas que retiram gradualmente o poder de compra, quando reduzem índices de reajuste das aposentadorias, por exemplo), quanto institucional (aplicação/redução ou desvios de recursos por gestores públicos nas políticas sociais de saúde e assistência, ou não qualificam os recursos humanos) e interpessoal (interações e relações cotidianas).
Essas expressões se manifestam mais corriqueira e intensamente no abuso financeiro/econômico, quando familiares e amigos usam os recursos financeiros e patrimoniais dos idosos de forma ilegal, não consentida; no abuso, violência e maus tratos físicos e psicológicos, quando fere, podendo incapacitá-lo/levá-lo à morte, ou quando agride, humilha, aterroriza, limita a liberdade e isola-o da convivência social; no abandono, pela omissão (governamental e institucional, incluindo a família) na prestação de assistência; na negligência/autonegligência, quando há omissão/recusa de cuidados básicos.
A crescente manifestação de violência e maus tratos a esse segmento, associada à insegurança, falta de proteção e apoio social, contribuem para o agravamento de doenças na velhice, sobrecarregam o sistema de saúde e, como consequência, comprometem o atendimento e fragilizam ainda mais a sua qualidade de vida.
Embora o Estatuto do Idoso (Lei 10741/2003) determine que casos de suspeitas ou confirmação de violência contra o idoso sejam obrigatoriamente comunicados pelos profissionais de saúde, isto ainda não ocorre, fazendo com que não haja notificação ou os casos sejam subnotificados e o idoso continue, silenciosamente, sofrendo sem também denunciar, pelo medo de perder totalmente os laços afetivos com a família, em muitos casos já fragilizados. DESCONFIE DE CONTUSÕES, HEMATOMAS, QUEIMADURAS, FRATURAS, DESCUIDO COM A HIGIENE, DESIDRATAÇÃO E DESNUTRIÇÃO.
O Núcleo de Estudos do Envelhecimento, sensível à situação na área do entorno da UESC, conclama a todos para a importância da notificação dos casos suspeitos ou confirmados de violência contra a pessoa idosa. Afinal, a notificação significa um ato de cuidado e pode poupar um idoso de mais sofrimento. Não notificar, ou não denunciar, é omissão de responsabilidade. Para denunciar, basta acionar: Ministério Público, Conselho do Idoso, Defensoria Pública e Delegacias, nos seus municípios. Em Itabuna, Bahia, o Conselho Municipal do Idoso funciona à Rua Monsenhor Moisés, 27 e o telefone é: 3212 6513.
NOTIFIQUE, DENUNCIE
NÃO SEJA CUMPLICE DA VIOLENCIA CONTRA O IDOSO
1 Professora Assistente da UESC, Núcleo de Estudos do Envelhecimento (r_alencar2@yahoo.com.br).
2 Enfermeira de Saúde da Família, Especialista em Gerontologia pela UESC. Colaboradora do Núcleo de Estudos do Envelhecimento (dalencar09@hotmail.com)
3 Enfermeira de Saúde da Família, Especialista em Gerontologia pela UESC. Colaboradora do Núcleo de Estudos do Envelhecimento
ABAN Brasil
sexta-feira, 10 de junho de 2016
!0 de junho - Dia da Língua Portuguesa
Dia da Língua Portuguesa
O Dia da Língua Portuguesa é
comemorado no dia 10 de junho, dia em que a morte de Luiz Vaz de Camões é
lembrada. Autor de obras memoráveis como “Os Lusíadas”, Luis de Camões é
considerado um dos maiores poetas da história lusitana.
A língua portuguesa é nosso
patrimônio comum, além de ser a matéria-prima para nossa literatura e poesia,
por isso a importância da comemoração da data. Vale lembrar, que o idioma tem
sua origem no latim vulgar – o latim falado, que os romanos introduziram na
Lusitânia, região situada ao sudoeste da Península Ibérica, a partir de 218
a.C.
Atualmente, segundo dados da ONU,
pelo menos 235 milhões de pessoas têm o português como primeira língua, em oito
países que vão das Américas à Ásia. Mais de 80% desses falantes são
brasileiros. Entretanto, muitos falantes do português vivem fora dos países lusófonos
em nações da Europa e nos Estados Unidos. Não oficialmente, o português é
falado por uma pequena parte da população em Macau, no estado de Goa, na Índia,
e na Oceania.
A língua portuguesa é a quinta
língua mais falada do planeta e a terceira mais falada entre as línguas
ocidentais, ficando atrás somente do inglês e do castelhano. Por toda a
importância dada à língua portuguesa, seu ensino agora é bastante
valorizado nos países que compõem o Mercosul, e é a língua oficial em diversos
países como: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e
São Tomé e Príncipe e, ainda, Timor-Leste após sua independência.
ABAN Brasil
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Dia Nacional da Imunização
Dia Nacional da
Imunização
Inúmeras doenças,
incluindo a influenza vírus H1N1 podem ser prevenidas pela vacina
Nesta quinta-feira (9) é o Dia
Nacional da Imunização. A data tem o objetivo de lembrar a importância da
vacinação. Inúmeras doenças podem ser prevenidas por meio de vacinas. Uma dela
é a influenza H1N1, que após a pandemia de 2009, acomete várias faixas etárias
da população.
A partir dos 6 meses de idade, a
vacina está recomendada para todos, mas o Ministério da Saúde definiu grupos de
prioridade baseado nos grupos em que as pessoas têm o maior risco de
desenvolver a forma grave da doença. Estão inclusos as crianças menores de dois
anos, idosos e algumas populações específicas como a população carcerária, os
portadores de doenças crônicas e a população indígena.
Quem verdadeiramente ama, cuida.
Imunize!
ABAN Brasil
sábado, 4 de junho de 2016
Criatividade & Soluções
CRIATIVIDADE PARA SE
RESOLVER PROBLEMAS
Conta-se a história de um criador
de galinhas cuja terra era continuamente inundada toda primavera. Embora as
inundações lhe causassem problemas terríveis, ele se recusava em mudar-se dali.
Quando as águas voltavam a subir
sobre as suas terras e inundavam os seus galinheiros, ele corria para mudar as
suas galinhas para um lugar mais alto. Em alguns anos, centenas delas se
afogaram porque ele não conseguia mudá-las a tempo.
Um ano, após sofrer grandes
perdas numa inundação particularmente ruim, ele entrou na casa da fazenda e,
com uma voz cheia de desespero, disse para a esposa: “Chega, eu não agüento
mais! O pior é que eu não tenho condições de comprar outro lugar e nem consigo
vender este aqui. Eu não sei o que fazer!”
A esposa dele calmamente
respondeu: “Compre patos.”
Carlos Carvalho
Cientista Social, fundador da ABAN Brasil
Junho de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)






